domingo, 27 de fevereiro de 2011

BULLYING

                Tema muito complicado veja esta reportagem do Jornal Sempre.com.br (Ano 1 - Edição 4 - Andradina, 24 de Janeiro de 2011 - página 6) escrito por Marilene Gonçalves e depois a minha postagem no fórum sobre bullying no curso de extensão. 


BULLYING: Uma forma de violência que deve ser combatida. 
Nos dias atuais existe uma enorme preocupação por parte dos pais, educadores, juristas e profissionais de segurança pública a respeito de um problema que vem se tornando a cada dia maior: o bullying.
Este termo, deriva da palavra da língua inglesa “bully”, que significa “valentão”, em português, e compreende todas as formas de atitudes agressivas, ocorridas sem motivação aparente, adotadas por um estudante ou um grupo de estudantes, causando dor e angústia e realizada dentro de uma relação desigual de poder, conforme conceito definido pela Abrapia (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência).
Os atos agressivos podem ser físicos, como tapas, beliscões e chutes, verbais, como xingamentos e apelidos maldosos, morais, como intimidações, ameaças, fofocas e sexuais como assédios e abusos.
Geralmente, as pessoas que mais sofrem com o bullying são as mais tímidas, com dificuldades de serem aceitas em um grupo, e não possuem habilidade para se defender da agressão, apresentando alguns sinais específicos como: baixo rendimento escolar, alterações de humor, aparecimento de hematomas e ferimentos após as aulas, etc.
Os agressores ou “bullies” são indivíduos com comportamento difícil e são intimidadores e assumem a postura de líderes de turma, são populares e temidos pelos demais colegas, por causa das humilhações e gozações a que submetem os outros. Se sua conduta não for combatida, os “bullies” apresentam grande chance de se tornarem adultos violentos e anti-sociais, podendo ter atitudes criminosas.
Há ainda a figura conhecida como “cyberbullying”, que nada mais é do que o bullying propriamente dito praticado pela internet. As redes sociais como o Orkut, Facebook, Twitter e MSN, tornaram as ofensas mais amplas, uma vez que a Internet propicia o compartilhamento de informações em tempo real, como fotos, vídeos e informações pessoais das vítimas, e garante ao agressor o manto do sigilo por causa do anonimato. Portanto, é importante que no mundo virtual as pessoas tenham cuidado, devendo-se evitar a exposição pessoal excessiva na Internet, pois assim agindo a pessoa poderá ser vítima de piadas de mal gosto e ofensas gratuitas.
Por isso, de fundamental importância que a família acompanhe o cotidiano de suas crianças e adolescentes de perto, e os educadores busquem uma aproximação com os estudantes, para evitar este mal moderno.
Não podemos esquecer o papel dos órgãos públicos no combate a esta perigosa forma de agressão, em especial do Ministério Público e da Polícia Civil, a quem incumbe apurar as infrações ao Estatuto da Criança e Adolescente e reprimir o bullying, que infelizmente, afeta o mundo todo.
A Polícia Civil, mais especificamente, por intermédio da Delegacia de Defesa da Mulher, está incumbida deste combate, uma vez que se trata de delegacia especializada no atendimento a pessoas vulneráveis, como as crianças e adolescentes, sendo qualquer denúncia de violência a crianças e adolescentes pode ser feita pelo telefone 197. Marilene Gonçalves


"SOU PROFESSORA DE EDUCAÇÃO FÍSICA, NAS AULAS OBSERVO FREQUENTEMENTE SITUAÇÕES INICIAIS DE BULLYING, COMO OS MAIS FORTES DESINCORAJANDO OS MAIS FRACOS. TRABALHO ATENCIOSAMENTE INIBINDO ESTE TIPO DE AGRESSÃO PARA COMBATER ESSE PROBLEMA. MAS AINDA É POSSIVEL DEPARAR COM ALGUMAS AÇÕES QUE MESMO SEM QUERER ACONTECEM, QUANDO DURANTE AS PRATICAS DE ATIVIDADES FISICAS, OS MENOS HÁBEIS SÃO DEIXADOS DE LADO, OU ENTÃO, QUANDO DE UMA INCLUSÃO FORÇADA, A POSSIVEL DERROTA SEJA CULPA DESTE ALUNO QUE PASSA A SER RIDICULARIZADO PELOS COLEGAS POSTERIORMENTE. TEMOS QUE ESTAR SEMPRE ATENTOS."


domingo, 20 de fevereiro de 2011

COMO SURGIU O BLOG



Esse blog surgiu como trabalho de conclusão de curso. O curso foi oferecido em nossa comunidade, aproveitei a oportunidade para que pudesse estudar sobre esse tema, pois a oferta de diversidade está muito grande. A Educação para diversidade e cidadania era a proposta do curso, onde para mim atingiu todas as metas. Em outras oportunidades postarei os meus diários de bordo e minhas atividades. Abraços!!!


quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A CARA DA DIVERSIDADE ESCOLAR


Esta imagem traduz completamente a diversidade
que encontramos no universo escolar.


DIVERSIDADE E CIDADANIA



         Olá! Este é minha primeira postagem, quero poder ajudar várias pessoas a ampliar seus conhecimento através deste meu blog. Sou professora de Educação Física, na rede municipal de ensino, por isso é que decidi falar sobre a diversidade dentro do conteúdo desta matéria. Primeiramente temos que aprimorar o conhecimento sobre o que é a diversidade. Veja o que este texto diz...

Conceitos de Diversidade
Para que possamos desempenhar melhor nosso papel de educadores não só na área de Educação Física, mas em todas as áreas do ensino, temos que ter uma melhor compreensão de alguns conceitos muito marcantes em nossa sociedade, desta forma devemos fazer uma abordagem antropológica dos conceitos de: diversidade, desigualdade, etnocentrismo e alteridade.
Assim sendo, ao longo da historia, na qual a colonização se fez presente, a escravidão, o autoritarismo e a recusa pelo negro como pessoa biologicamente e culturalmente de igual importância na sociedade, contribuíram para o sentido de inferioridade do negro brasileiro e a ideologia de degenerativa do mestiço;  Foram os mecanismos de dominação ideológica mais popular já produzido no mundo sendo um exemplo claro dos conceitos do etnocentrismo na historia e que permanecem ainda no imaginário social dos tempos atuais, o que dificulta a ascensão social do negro, pois este é visto como indolente e incapaz intelectualmente.
No Brasil existe o “mito da democracia social” que tem como objetivo propagar que não existem diferenças raciais no país e que todos aqui vivem de forma harmoniosa, sem conflitos.  E que existe a igualdade de oportunidades para brancos, negros, mestiços, pobres e ricos.  A disseminação deste mito permitiu esconder as desigualdades que são constatadas nas praticas discriminatórias de acesso ao emprego, dificuldade de crescimento social da população negra e já nessa fase, também as camadas mais pobres que ocupam os piores lugares na estrutura social, que freqüenta as piores escolas e que recebem remuneração inferior a dos brancos e ricos, pelo mesmo trabalho e tendo a mesma qualificação profissional.
O nosso cotidiano escolar traz vários exemplos do mito da democracia social.  O aspecto da cultura da classe dominante que a escola transmite, pois reflete as classes privilegiadas e não a totalidade da população, embora haja, contudo no interior da escola e que possibilitam confrontar essa cultura hegemônica, desprezada pelas diversidades culturais trazidas pelo diversos alunos, assim apesar da escola inculcar, introduzir o saber dominante, essa educação social diversificada poderia ser mais evidente a cultura popular.
Nós como educadores devemos ter uma proposta educacional voltada para a diversidade, junto às variações de culturas;  colocando todos nós educadores (de que área que seja), um desafio de esta atentos às diferenças econômica (desigualdade social), etnologia racial e de buscar o domínio de um saber crítico que permita interpreta essa alteridade – mudanças de culturas sem nenhum preconceito.
Nós como educadores, temos a obrigação não só de conhecer os mecanismos e os conceitos da dominação cultural, econômica, social e política;  ampliando os nossos conhecimentos antropológicos, mas também de perceber as diferenças etno culturais sobre essa realidade cruel e desumana.
A educação escolar é um espaço privilegiado para crianças, jovens e das camadas populares terem acesso ao conhecimento cientifico e cultural em geral,  do qual a população pobre e negra é excluída por estar num meio social desfavorecido.
A escola é o espaço onde se encontra a maior diversidade cultural e também local mais discriminador.  Tanto assim que existem escolas para ricos e pobres, de boa e má qualidade, respectivamente.  Por isso, trabalhar as diferenças é um desafio para o professor.  Por ele ser mediador do conhecimento. 
A escola em que ele foi formado e na qual ele trabalha é reprodutora do conhecimento da classe dominante, classe esta que determina as regras e determina o que deve ser transmitido aos alunos.  Mas se o professor for detentor de um saber critico, poderá questionar esses valores e saberá utilizar desse conhecimento o que ele tem de valor, respeitando as desigualdades, as alteridades e as diversidades.

Autoria: Dayverson de Castro

         É de se pensar, não acham???